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  • 24/03/16

    Já pensou como a energia pode ser usada em diferentes situações do cotidiano? Mais do que fazer parte das nossas atividades diárias, ela também está presente no nosso corpo, nos objetos e na atmosfera.

    É por isso que o Museu Light da Energia inaugura na próxima segunda, dia 28, a Praça das Energias, um espaço educativo com seis atrações, viabilizado com recursos do Programa de Eficiência Energética da ANEEL, para mostrar como a energia se transforma em situações comuns do dia a dia.

    Praça das Energias - Pista carros - Light

    Na praça, o visitante poderá ver um boneco que se movimenta ao ser alimentado, destacando a energia química presente na comida; e uma pista de corrida com carros que se movimentam a partir de controles remotos, ou seja, por meio pilhas ou baterias. Também é possível interagir com um super Jogo da Memória onde se deve descobrir qual aparelho pode ser associado a cada tipo de energia (nós não vamos dar cola!) e conhecer de perto fontes de energia alternativa: uma casinha com placas solares e até aerogeradores.

    Praça das Energias - Solar - Light

    Praça das Energias - Alimentação - Light

     

    O Museu Light da Energia completa, também no dia 28, quatro anos de muito sucesso: o espaço já recebeu 67 mil visitantes desde 2012, que conheceram melhor os segredos da energia e visitaram a Cidade Inteligente.

    Venha você também!

     

    Centro Cultural Light                                                                                                                              

    Avenida Marechal Floriano 168, Centro – Rio de Janeiro (próximo à estação do metrô Presidente Vargas).

    Veja aqui os horários de visitação.

     

     

  • 1/03/16

    Desde o início de 2015, as contas de energia elétrica passaram a funcionar de acordo com o sistema de Bandeiras Tarifárias, representadas por cores, que indicam as condições de produção de energia no país. O objetivo é evitar desperdícios e incentivar o ajuste do consumo, além de melhorar o controle das despesas com o recurso.

    Em março, a bandeira vigente será a amarela, com cobrança de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos, o que representa uma redução no custo da tarifa. Até fevereiro, a bandeira era vermelha, cor que acabou de ganhar dois patamares (o 1, com tarifa de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos; e o 2, com tarifa de R$ 4,50 a cada 100 kWh consumidos).

    Entenda melhor:

    bandeiras tarifárias light

    Essa variação de valores acontece por causa das alterações climáticas e de consumo de energia. Para que o cliente compreenda como a luz é gerada e tarifada, as bandeiras são definidas a cada mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e indicadas na própria fatura.

    Vale lembrar que a Bandeira Tarifária não é mais um custo, mas sim uma nova forma de apresentar um gasto que hoje já está na conta de luz, mas que às vezes passa despercebido pelos clientes. Os recursos recebidos pelas distribuidoras com a aplicação do sistema são usados para pagar os gastos da energia que já foi gerada.

    Confira o vídeo e entenda de vez como o sistema funciona:

     

     

    Aproveite e fique ligado nas #dicasdeeconomia dos nossos canais:

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  • 26/01/16

    Comunidade Eficiente

     

    O projeto Comunidade Eficiente, que conscientiza clientes e moradores, troca lâmpadas convencionais por outras mais eficientes, além de substituir também geladeiras antigas com alto consumo por versões mais novas e econômicas, estará , até março,  em vários locais do Rio de Janeiro, com eventos lúdicos, jogos educativos, palestras, sorteio de brindes, a nossa agência móvel que  oferece serviços como: parcelamento de débitos, análise de contas, vistorias técnicas, transferência de titularidade, encerramento de contrato, segunda via de conta, ligação nova, atualização cadastral, entre outros. Os clientes também poderão solicitar o cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica, que prevê descontos de até 65% na fatura de energia, e, onde for possível, o Caminhão Planeta Light.

     

    Confira o calendário completo até março:

     

    28/01 – Mineira – a definir espaço – 13 às 17h

    29/01 – Cidade de Deus – Praça do Lazer – Rua José de Arimateia s/ número – 13 às 17h

    18/02 – Comunidade São Carlos – espaço a definir – 13 às 17h

    19/02 – Sepetiba – Praça Oscar Rossim – 13 às 17h

    17/03 – Batan / Realengo – Rua São Dagoberto nº 3 – 13 às 17h

     

    Leve a família e os amigos! Você se diverte, aprende e ainda pode tirar dúvidas e resolver pendências. Te esperamos lá  =)

     

  • 11/01/16

    Mais do que uma arte, a fotografia é uma forma de observar o meio ambiente e proporcionar experiências sobre lugares e pessoas que nunca vieram a público. A prova é o alemão Andreas Hornung, que percorreu cerca de 100 km pelos Lençóis Maranhenses, em cinco dias, para criar a exposição Sui Generis, em cartaz na Grande Galeria do Centro Cultural Light até 15 de janeiro.

    A mostra itinerante leva o seu olhar e interesse pelo Maranhão e pela comunidade da Ilha de Lençóis para várias regiões do Brasil. Confira o nosso bate-papo com ele:

     

    Andreas - Sui Generis - Centro Cultural Light

     

    Conexão Light – Por que você se interessou pelo Brasil?

    Andreas – Por que não? Não quero focar no fato de eu ser estrangeiro. Já faz tanto tempo que vim para o Brasil e, a cada dia, encontro novos motivos para estar aqui.

     

    CL – Por que a exposição se chama Sui Generis? O que você quer dizer com essa mostra?

    Andreas – Sui Generis significa algo especial. Na galeria tem um caderno para os visitantes escreverem sobre o que acham de mais marcante no meu trabalho. Arte é um diálogo, em que tudo é válido. Procurei elevar a autoestima das pessoas fotografadas. Depois, imprimi as fotos e presentei cada uma com o seu próprio retrato. Eles não têm a mesma relação com a fotografia que a população urbana tem.  A maioria dos habitantes da vila que visitei não tem muitas fotos de si, então eles queriam muito participar.

     

    CL – Que tipos de desdobramentos o trabalho rendeu?

    Andreas – Organizamos oficinas de foto, por exemplo. É bom ver o trabalho sendo divulgado de outra forma. Os visitantes de cada lugar são diferentes, mas, no fundo, as reações não mudam tanto.  Como esse trabalho não envolve um tema polêmico, as pessoas costumam gostar.

     

    CL – Por que você escolheu um formato itinerante para a exposição?

    Andreas – Para divulgar o trabalho em outros estados. Temos 66 obras no acervo e, às vezes, a galeria não comporta tudo. Existe o projeto de fazer um livro, que é uma maneira de não ocupar tanto espaço.  Na Ilha de Lençóis, as pessoas ficaram muito curiosas para ver os próprios retratos, dos vizinhos e de conhecidos. Eles ficaram orgulhosos de si mesmos. Outro aspecto importante da exposição estar em movimento é que podemos renovar o acerto: entre cinco e dez obras são sempre inéditas a cada novo lugar. A arte é uma forma de viajar sem se mover fisicamente, ou seja, é um acesso democrático a lugares turísticos.

     

    Andreas  - Sui Generis - Centro Cultural Light

     

    Curtiu a proposta? Então, corre no CCL porque é a última semana!

     

    Serviço:

    Centro Cultural Light

    Grande Galeria

    Avenida Marechal Floriano, 168 – Centro

    Até o dia 15/01/2016 – de 10 às 17h – Exceto Feriados

    Entrada Franca

    Contato com Andreas: galerie@artinrioandreashornung.com

    www.artinrioandreashornung.com

     

     

  • 6/01/16

    Como sempre, o verão chegou com tudo! Aqui no Rio tem dia que dá vontade de não sair do ar-condicionado, mas se a gente não tomar alguns cuidados, a conta de energia pode pesar no bolso. Por isso, a Light TV traz dicas de economia para você aproveitar a estação mais quente do ano sem ficar no prejuízo.

    A Dona Economia traz sugestões simples, mas que podem fazer uma grande diferença no fim do mês. Como ela mesma diz, o principal é ter consciência! Confira o vídeo aqui ou baixe gratuitamente o aplicativo Light TV no seu celular para carregar o conteúdo. É só apontar o aparelho para a capa da sua conta de janeiro e assistir:

     

    Vale lembrar que o mau uso do ar-condicionado não é o único vilão da história:

    • Mude o chuveiro elétrico para a posição verão e economize até 30%

    • A geladeira deve ficar afastada da parede, longe do sol e do fogão. Borrachas de vedação precisam estar em boas condições também

    Agora que você está por dentro, que tal economizar? Veja outras dicas no nosso site: www.light.com.br

     

     

  • 29/12/15

     

    Reciclar é uma ação onde todos ganham. Quer um exemplo? O Light Recicla, nosso projeto de troca de materiais recicláveis por desconto na conta de luz, só cresceu nos últimos anos. Com ele, muitas pessoas diminuíram ou até zeraram suas contas de luz e ainda tiraram do meio ambiente resíduos que poderiam levar milhares de anos até serem absorvidos pela terra.

    Lá no morro Santa Marta, Zona Sul do Rio, a ONG Atitude Social, decidiu aproveitar o projeto para melhorar a comunidade e ainda beneficiar a sua sede. Eles têm conseguido zerar suas faturas mês a mês e, em dezembro, ainda ficaram com um saldo positivo de pouco mais R$14 reais. Demais, né?

     

    Light Recicla - conta de luz zerada

     

    Aproveitamos para conversar com Robespierre Ávila, diretor do local, sobre a participação no projeto e a busca pela sustentabilidade.

     

    Conexão Light – Qual é o papel da ONG na comunidade?

    Robespierre – A ONG Atitude Social promove o resgate de valores e identidade, desenvolvendo ações de impacto sociocultural, tendo como base os conceitos da cultura de paz.

    Desenvolvemos projetos como o “Aos Pés do Santa Marta”, que foi reconhecido como ponto de cultura em 2011, a Escola de Música Atitude, a Bateria Mirim Atitude e o Cine Atitude. A ONG também apoia o Núcleo de Audiovisual Atitude – Grupo NAVi que destina-se a produção de filmes e documentários e a Biblioteca Dedé Atitude, além de produzir eventos musicais em datas importantes para a comunidade.

     

    ong atitude social

     

    CL – Como e quando vocês ficaram sabendo sobre o programa Light Recicla?

    Robespierre – Quando o projeto Light Recicla foi lançado na comunidade Santa Marta, a ONG Atitude Social foi convidada a participar. A iniciativa foi ao encontro de nossa proposta de difundir os conceitos da cultura de paz.

    Desde então, participando com a reciclagem, reduzimos a conta de luz da casa de cultura, enquanto transformamos o ambiente num local mais saudável. Acreditamos que, todos juntos, somos responsáveis pela transformação do meio ambiente com a construção de uma sociedade sustentável.

    CL – O Light Recicla ajudou na integração da comunidade? Quem fica responsável por levar o material reciclável arrecadado para o ecoponto?

    Robespierre – Eu mesmo fico responsável e conto com o apoio dos alunos da Escola de Musica Atitude e de outros moradores. O projeto Light Recicla ajudou a traduzir os valores da cultura de paz, através de atitude e padrão de comportamento, numa realidade de vida diária.

     

    CL – Por que você acha que os moradores doam o material para a ONG, em vez de obter desconto somente para a própria conta de energia?

    Robespierre – Uma das diretrizes da cultura de paz, disseminada pelos projetos apoiados pela ONG Atitude Social, é ser generoso e solidário, compartilhar tempo e recursos materiais em um espírito de generosidade visando o fim da exclusão, da injustiça e da opressão política e econômica.

    Os moradores entendem a proposta da ONG e apoiam como podem, inclusive através da doação de material reciclável, como contribuição para a redução da conta de luz, uma vez que, juntando as várias doações, a conta da ONG pode ser nula, aumentando os benefícios à comunidade.

     

    CL – A Atitude Social promove uma cultura de paz e preservação do meio ambiente. Como juntar o material reciclável e trocar por desconto da conta de energia da ONG está ligado com a paz?

    Robespierre – O manifesto internacional para uma cultura de paz prega o comprometimento da sociedade, entre outras coisas, a preservar o planeta e, assim,promover o consumo responsável e um modelo de desenvolvimento que considere a importância de todas as formas de vida, além do equilíbrio dos recursos naturais. Os projetos apoiados pela ONG estimulam estes preceitos de desenvolvimento sustentável dentro da comunidade. Não vemos o lixo como lixo, mas como alternativa para complementação de fonte de renda e material de reciclagem e reuso. Nossa árvore de Natal deste ano, por exemplo, foi feita com garrafa PET e outros materiais recicláveis doados, como uma criação das “crianças Atitude”.

     

    E aí? Já está estimulado a preservar o planeta e, de quebra, gerar descontos na sua conta? Então, vamos lá! Se cada um fizer sua parte, o mundo pode ser muito melhor 😉 Veja onde ficam os nossos ecopontos!
    Deixa com a gente, que a Light Recicla!

     

  • 1/12/15

     

    Em maio, iniciamos uma campanha para comemorar o nosso aniversário de 110 anos com a participação de empregados que fazem parte da nossa trajetória. Para encerrar 2015, apresentamos o Luiz Motta, engenheiro de campo, com a gente há 26 anos.

    A história dele com a Light começou antes mesmo de fazer parte do nosso time, quando iniciamos a construção das primeiras usinas na sua cidade. Aos 22 anos, ele conseguiu fazer parte do quadro de empregados e desenvolver seu potencial.

    Quando ganhou uma bolsa de estudos, em 2004, iniciou a faculdade de engenharia e teve a chance de crescer e se desenvolver. Hoje, como engenheiro de campo, atua na gerência de operação de usinas e dedica sua energia para construir um novo sonho: formar seu filho em medicina.

    Aniversário Light - Luiz - engenheiro de campo

    E você? Qual é a sua história com a Light? Se você trabalha com a gente, compartilhe no Instagram os seus melhores momentos com a hashtag #orgulhodeserlight para fecharmos essa campanha com chave de ouro. E que venham os próximos 110 anos! 😉

  • 23/11/15

    Uma empresa é feita por sua gente! Nossos funcionários são essenciais para a construção desta trajetória de 110 anos. São engenheiros, eletricistas, técnicos, advogados, administradores, atendentes, médicos e muitos outros entre os mais de 13 mil empregados espalhados por todo o estado do Rio.

    Hoje, 23, é dia do engenheiro eletricista e o Conexão Light convidou Juliana Pigeard Muratore, profissional de campo na Light, para contar um pouco sobre sua experiência na profissão. Na Light desde 2010, Juliana é formada em engenharia elétrica com ênfase em sistemas de potência pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ.

    Juliana Muratore

    Conexão Light – Por que você escolheu essa profissão? Qual foi o fator mais atrativo?

    Juliana – Na época da escola, sempre gostei mais das matérias exatas. Meu pai é engenheiro eletricista e cresci vendo ele resolver assuntos do trabalho com muita satisfação e isso me inspirou a seguir a mesma carreira. Quando escolhi o curso, o fator mais atrativo foi o mercado de trabalho que estava bem aquecido, com muitas oportunidades de estágio e emprego.

     

    CL – Foi difícil se inserir em um mercado majoritariamente masculino?

    Juliana – Hoje em dia, temos como exemplo muitas mulheres competentes que exercem muito bem a função de engenheira e, graças a isso, o preconceito contra as mulheres engenheiras diminuiu bastante. Logo que começamos a trabalhar e a mostrar nosso interesse e competência, conseguimos conquistar a confiança necessária da equipe e mostrar que um bom profissional independe do gênero.

     

    CL – O que um engenheiro eletricista faz na Light?

    Juliana – As atividades que um engenheiro eletricista pode executar são muito abrangentes. Na Light, por exemplo, podemos ocupar desde cargos de áreas mais técnicas, como cargos de gestão (de equipes, de projetos, orçamentos, etc). Muitos líderes de diversas áreas na Light são engenheiros eletricistas também. 

     

    CL – Como engenheira de campo, quais são as suas atividades? Como é o seu dia a dia?

    Juliana – Nosso trabalho na área de planejamento da expansão de alta tensão no grupo de proteção é muito bonito e complexo. Nossa equipe faz todo o estudo dos esquemas de proteção do sistema de 138kV da Light.  No dia a dia, fazemos a análise de falhas e ocorrências que afetam o sistema elétrico da empresa; realizamos estudos de curto-circuito; desenvolvemos projetos de melhorias de proteção visando atender à expansão e modernização do sistema; realizamos estudos de coordenação e ajuste dos relés de proteção, dentre outras coisas. Já no campo, participamos de testes de aceitação de equipamentos de proteção e medição.

     

    Juliana Pigeard Muratore

     

    CL – Dos projetos dos quais você participou, quais foram os mais desafiantes e qual foi o seu maior orgulho?

    Juliana –  Pelas atividades que mencionei na pergunta anterior, posso afirmar que cada novo projeto é encarado como um novo desafio e sempre me dedico muito em cada um deles. O maior orgulho para mim é fazer parte desta empresa centenária tão importante para o Rio de Janeiro e poder contribuir para o sucesso da companhia.

     

    CL – O que você diria para os estudantes que gostariam de se especializar nessa profissão?

    Juliana – Eu tenho a dizer que trabalhar no setor elétrico é muito gratificante e temos um aprendizado e crescimento contínuo. O melhor trabalho que pode existir é aquele que você gosta e se interessa pelas atividades!

     

    É isso aí, Juliana! Parabéns para ela e para todos os engenheiros eletricistas do Brasil pelo dia de hoje.