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  • 1/03/16

    Desde o início de 2015, as contas de energia elétrica passaram a funcionar de acordo com o sistema de Bandeiras Tarifárias, representadas por cores, que indicam as condições de produção de energia no país. O objetivo é evitar desperdícios e incentivar o ajuste do consumo, além de melhorar o controle das despesas com o recurso.

    Em março, a bandeira vigente será a amarela, com cobrança de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos, o que representa uma redução no custo da tarifa. Até fevereiro, a bandeira era vermelha, cor que acabou de ganhar dois patamares (o 1, com tarifa de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos; e o 2, com tarifa de R$ 4,50 a cada 100 kWh consumidos).

    Entenda melhor:

    bandeiras tarifárias light

    Essa variação de valores acontece por causa das alterações climáticas e de consumo de energia. Para que o cliente compreenda como a luz é gerada e tarifada, as bandeiras são definidas a cada mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e indicadas na própria fatura.

    Vale lembrar que a Bandeira Tarifária não é mais um custo, mas sim uma nova forma de apresentar um gasto que hoje já está na conta de luz, mas que às vezes passa despercebido pelos clientes. Os recursos recebidos pelas distribuidoras com a aplicação do sistema são usados para pagar os gastos da energia que já foi gerada.

    Confira o vídeo e entenda de vez como o sistema funciona:

     

     

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  • 11/01/16

    Mais do que uma arte, a fotografia é uma forma de observar o meio ambiente e proporcionar experiências sobre lugares e pessoas que nunca vieram a público. A prova é o alemão Andreas Hornung, que percorreu cerca de 100 km pelos Lençóis Maranhenses, em cinco dias, para criar a exposição Sui Generis, em cartaz na Grande Galeria do Centro Cultural Light até 15 de janeiro.

    A mostra itinerante leva o seu olhar e interesse pelo Maranhão e pela comunidade da Ilha de Lençóis para várias regiões do Brasil. Confira o nosso bate-papo com ele:

     

    Andreas - Sui Generis - Centro Cultural Light

     

    Conexão Light – Por que você se interessou pelo Brasil?

    Andreas – Por que não? Não quero focar no fato de eu ser estrangeiro. Já faz tanto tempo que vim para o Brasil e, a cada dia, encontro novos motivos para estar aqui.

     

    CL – Por que a exposição se chama Sui Generis? O que você quer dizer com essa mostra?

    Andreas – Sui Generis significa algo especial. Na galeria tem um caderno para os visitantes escreverem sobre o que acham de mais marcante no meu trabalho. Arte é um diálogo, em que tudo é válido. Procurei elevar a autoestima das pessoas fotografadas. Depois, imprimi as fotos e presentei cada uma com o seu próprio retrato. Eles não têm a mesma relação com a fotografia que a população urbana tem.  A maioria dos habitantes da vila que visitei não tem muitas fotos de si, então eles queriam muito participar.

     

    CL – Que tipos de desdobramentos o trabalho rendeu?

    Andreas – Organizamos oficinas de foto, por exemplo. É bom ver o trabalho sendo divulgado de outra forma. Os visitantes de cada lugar são diferentes, mas, no fundo, as reações não mudam tanto.  Como esse trabalho não envolve um tema polêmico, as pessoas costumam gostar.

     

    CL – Por que você escolheu um formato itinerante para a exposição?

    Andreas – Para divulgar o trabalho em outros estados. Temos 66 obras no acervo e, às vezes, a galeria não comporta tudo. Existe o projeto de fazer um livro, que é uma maneira de não ocupar tanto espaço.  Na Ilha de Lençóis, as pessoas ficaram muito curiosas para ver os próprios retratos, dos vizinhos e de conhecidos. Eles ficaram orgulhosos de si mesmos. Outro aspecto importante da exposição estar em movimento é que podemos renovar o acerto: entre cinco e dez obras são sempre inéditas a cada novo lugar. A arte é uma forma de viajar sem se mover fisicamente, ou seja, é um acesso democrático a lugares turísticos.

     

    Andreas  - Sui Generis - Centro Cultural Light

     

    Curtiu a proposta? Então, corre no CCL porque é a última semana!

     

    Serviço:

    Centro Cultural Light

    Grande Galeria

    Avenida Marechal Floriano, 168 – Centro

    Até o dia 15/01/2016 – de 10 às 17h – Exceto Feriados

    Entrada Franca

    Contato com Andreas: galerie@artinrioandreashornung.com

    www.artinrioandreashornung.com

     

     

  • 14/12/15

    A sensibilidade e a expressividade são características marcantes das fotografias em cartaz na Pequena Galeria do Centro Cultural Light. Até o dia 8 de janeiro, a exposição “Fé, Luz e Sombras” do fotógrafo paraibano radicado no Rio, Severino Silva, exibe os registros das manifestações de fé por meio das luzes das velas, do céu e dos fogos de artifício, refletindo os sentimentos dos fiéis de Aparecida (SP), aqui no Rio, Santa Brígida (BA), Juazeiro do Norte (CE) e Santa Cruz dos Milagres (PI), entre outras cidades.

    Severino trabalhou para jornais como O Globo e O Dia, ganhou o prêmio Tim Lopes, dentre outros. Hoje ele conversa com a gente sobre o seu trabalho, o seu olhar e a sua exposição:

     

    Severino Silva fotógrafo Fé Luz e Sombras

     

    Light – Qual a relação que você faz entre as luzes, as sombras e a fé?

    Severino: A fotografia é luz e a sombra também. Já a fé está dentro de cada um. Todo mundo tem fé, independente de religião. Muita gente acha que, quando se fala fé se está falando de religião, mas, na verdade, tudo o que você faz, você tem fé que vai dar certo, não é?

     

    Por que você escolheu o Nordeste e o Sudeste do país para fazer esse trabalho?

    Severino: A ideia surgiu quando eu estava fazendo uma matéria para o jornal que trabalho, no final do ano, entre 2000 e 2001, na praia do Leme. Eu fiz a pauta e fiquei observando que as pessoas pulavam onda, acendiam suas velas, pediam, agradeciam. Eles se entregavam de tal forma, era tão forte aquela fé, que comecei a fotografá-los. No Nordeste tem muita fé, o nordestino tem muita fé. Primeiro comecei a procurar as festas religiosas, conheci a festa do Padre Cícero, descobri que a cidade ficava muito cheia, procurei imagens, pesquisei as datas e fui pra lá. Fui pra Bahia, num lugar chamado Santa Brígida, onde a Semana Santa é uma semana de muita reza e agradecimento. Isso é uma coisa que eles tentam passar de pai pra filho.

     

    Você disse que os nordestinos têm muita fé e esperança. Por que você acha isso?

    Severino: Você vê que as pessoas vão nas festas do Padre Cícero, de São Francisco de Assis e, conversando com elas, me contaram que o que as mantêm vivas é a fé. Eles acreditam em Deus e unem a fé e a solidariedade para sobreviver.

     

    Você é um nordestino que vive no Rio. Você percebeu alguma diferença entre o tipo de fé que as pessoas têm no Nordeste e aqui?

    Severino: Aqui tem festas e atos em que as pessoas comparecem muito, como nos dias de São Jorge, São Sebastião e Nossa Senhora Aparecida. Lá no Nordeste, eu vejo outra coisa: as pessoas se dedicam todos os dias, tem gente que vai à igreja todos os dias. O monumento do Padre Cícero e a igreja de Nossa Senhora das Dores tem movimento todo o dia. As pessoas sempre vão até estes locais para receber bênçãos, fazer orações e agradecer. Aqui, as pessoas se dedicam mais durante as datas comemorativas.

     

    Qual a relação da profissão de vaqueiro, tema apresentado na exposição, com a fé?

    Severino: Quem é vaqueiro geralmente é muito devoto. O padre que celebra a missa do vaqueiro até usa chapéu de couro. A profissão de vaqueiro não era regulamentada e passou a ser há pouco tempo.

     

    Tem uma música do Luiz Gonzaga que fala da morte de um vaqueiro, Jacó, que era seu primo. O local onde o corpo dele foi encontrado passou a ser um ponto de encontro dos seus companheiros. A notícia se espalhou e, a partir desse caso, passaram a celebrar-se a missa do vaqueiro. Quer dizer: fé. É a fé de sair de manhã e voltar à tarde, né? Porque eles vão para o mato e não sabem o que pode acontecer, já que muitos perdem a visão, podem perder algum membro. Eles têm a fé para voltar para casa.

     

    Você segue alguma religião?

    Severino: Minha religião é aquela que fala do bem, que fala sobre ajudar pessoas, fala do respeito. Independente da religião, o importante é ajudar os outros. Acho que o importante é não querer o mal de ninguém.

     

    Qual foi o olhar que você deu aos temas fotografados?

    Severino: Acho que escolhi esse tema para registrar a emoção das pessoas. Eu gosto de fotografar, então quando eu vejo uma luz, uma cena legal, eu faço a foto. Depois, eu vou ver onde posso encaixar. Se não encontrar algum tema onde eu possa encaixar a imagem, ela fica solta. As fotos dessa exposição eu fui fazendo e guardando. Um belo dia eu comecei a pensar sobre a fé e as luzes. E a luz tem tudo a ver com fotografia – é do que a fotografia precisa e a sombra a complementa, tem tudo a ver. Quando se fala em fé, muita gente acha que é só religião, mas a fé está em todos.

     

    O que você quis demonstrar com esse trabalho?

    Severino: Na verdade, eu acho que a gente tem esperança que tudo melhore. Estamos em um momento em que só se fala em violência, desemprego, coisas tristes, desagradáveis e, apesar de ter muito material sobre esses temas, eu pensei que era melhor não colocar nenhuma foto de violência e sim fotos que transmitissem paz. Acho que o que estamos desejando no momento é que as coisas melhorem. É uma mensagem de paz para esse ano novo que está vindo.

     Severino Silva fotógrafo Fé Luz Sombras

     

    Serviço:

    Centro Cultura Light – Pequena Galeria

    Até 08/01/2016 – De 10 às 17h. De segunda à sexta. Não funciona em feriados.

    Entrada gratuita

    Avenida Marechal Floriano, 168 – Centro

     

     

  • 28/10/15

    Cinelandia - Marcello

    São 450 anos de muitas histórias. A cidade maravilhosa continua encantando os cariocas e o mundo inteiro. Durante esse tempo, algumas trajetórias se entrelaçaram: a do Rio, a da Light e de Augusto Malta.

    Malta é responsável por um grande acervo fotográfico do Rio antigo. Por meio das lentes do fotógrafo alagoano, radicado em terras cariocas, foram registradas mudanças marcantes na então capital federal no início do século XX, como a grande reforma urbana promovida pelo prefeito Francisco Pereira Passos, a abertura das grandes avenidas e a construção de prédios históricos, como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.

    A nossa história também começou a ser contada nessa época. A Light, fundada em 1905, contratou Malta para guardar para sempre as memórias da época, com fotos dos bondes elétricos, da iluminação pública e do trabalho da empresa.

    Com toda essa história, as imagens não poderiam ficar guardadas. Elas precisavam ser vistas. Foi o que pensou Marcello Cavalcanti, fotógrafo e designer, que teve a ideia de reproduzir as fotos de Malta com uma visão atual do Rio. Seu trabalho envolve novos registros e montagens fotográficas de tirar o folego, que expõem o contraste de uma cidade após 100 anos. O sucesso do Instagram @AugustoMaltaRevival gerou uma exposição que você poderá conferir a partir do dia 28 de outubro no Centro Cultural Light. O responsável por esse trabalho, você conhece aqui, na entrevista que Marcello concedeu para a gente:

     

    Foto Marcello Cavalcanti2Conexão Light – Como surgiu a ideia do projeto? Já conhecia as fotos de Augusto Malta sobre o Rio de Janeiro?

    Marcello – Sou fã do trabalho de Malta desde criança e eu nem sabia! A minha mãe gostava de me levar aos domingos a uma feira de antiguidades perto de casa. Havia uma barraca que vendia fotos dele em formato de postal e eu sempre pedia para ficar lá olhando e, às vezes, ela comprava uma ou outra para mim. É claro que eu não sabia quem era Augusto Malta, mas, já adulto, voltei nessa feira e vi as fotos sendo vendidas na mesma barraca.

    Como fotógrafo, sempre respeitei demais o trabalho dele, foi fundamental a sua postura diante dos fatos para produzir o incrível acervo documental do Rio antigo que temos hoje. Ele certamente merecia um museu com seu nome na cidade e suas fotos expostas permanentemente, contando a história do Rio entre 1900 e 1940.

     

    CL – Quando o projeto começou a ser visto no Instagram, a recepção do público o surpreendeu?

    Marcello – A recepção foi incrível! Já tinham saído outras reportagens sobre trabalhos meus na mídia, mas esse trabalho teve uma receptividade impressionante, todo mundo gosta, comenta positivamente, compartilha, etc. O Instagram foi a grande vitrine para que o trabalho explodisse, a velocidade com que os posts trafegam e atingem milhares de pessoas é sensacional.

     

    Cl –  Como se deu o trabalho de montagem das fotos? Qual foi a arte mais difícil de ser montada e qual foi a que você mais gostou?

    Marcello – Todas são bem difíceis, primeiro porque eu pesquiso muito para encontrar a posição correta. Como eu não estou usando as lentes que ele usou, preciso improvisar e usar 2 lentes, uma grande angular e outra teleobjetiva, para tentar acertar o ângulo desejado. No final, para cada foto montada, eu fiz pelo menos umas 30, 40 fotos no local, para aumentar as chances de acerto. Mesmo assim já tive que voltar e refazer. Também já errei de local algumas vezes. Fui, inclusive, corrigido por seguidores nas redes sociais, o que torna o trabalho ainda mais interessante, porque conta com a participação de todos.

    A montagem no computador é a parte mais divertida, porque posso escolher quem fica na foto, quem sai, para criar a imagem final mais lúdica possível, sempre com a ideia de informar, mas também entreter. A imagem que eu mais gostei de fazer, sem dúvida, foi a da praia de Ipanema, onde banhistas de sunga e biquíni dividem a foto com personagens dos anos 20, engravatados e de sombrinha no meio da areia. Essa foto em particular, quando postada no Facebook, gerou 1.145 compartilhamentos e atingiu 120.000 pessoas! E estamos falando de cultura! Isso é demais.

     

    Praia - Marcello

     

    CL –  Você acredita que esse trabalho deixa um legado para o Rio de Janeiro? O que você quer mostrar com esses contrastes entre o novo e o antigo?

    Marcello – Não tenho o intuito de apontar problemas na atual urbanização, nem comparar quem foi melhor ou pior, se o Rio era mais bonito antes ou agora. As opiniões eu deixo para quem vê e interage com as imagens. O que quero com esse trabalho é que as pessoas tenham consciência que a cidade é um organismo vivo em constante transformação e que tudo que fazemos gera consequências no futuro. É legal ver as imagens lado a lado e realizar que a cultura carioca, tão exaltada, mas também as vezes tão criticada, é fruto de um longo processo de vivência na cidade, de ocupação, de costumes, de valores e de acontecimentos históricos. E o que estamos fazendo hoje na cidade também será lembrado no futuro.

     

    CL – Na sua vida profissional, tem ideias de continuar com outros trabalhos relacionados à cidade e sua história?

    Marcello – Eu gostaria muito de transformar esse projeto em um livro, esse sim seria um legado interessante, pois daqui a 70, 100 anos, alguém poderia pegar as minhas colagens e inserir uma terceira imagem nela, com o Rio do futuro. Seria fantástico! Tenho outros projetos fotográficos e também de ilustração relacionados ao resgate da memória do Rio, mas prefiro no momento não revelar detalhes, o futuro dirá!

     

     Você também pode conferir mais um pouco do trabalho de Marcello no nosso Instagram. Montagens exclusivas do fotógrafo serão publicadas ao longo da semana. Siga-nos!

     

    Serviço:

    Centro Cultural Light

    Avenida Marechal Floriano, 168

    De 28 de outubro a 20 de novembro

    De Segunda à sexta, entre 10 e 17 hs

     

     

  • 4/09/15

     

    Estimular a arte, trazer momentos de felicidade, gerar transformações, estar cada vez mais perto do Rio. Este é o nosso desejo e desafio desde sempre e o que nos motiva a apoiar projetos relevantes voltados ao esporte, lazer e cultura.

    Pensando nisso, promovemos um encontro com influenciadores do Instagram, fotógrafos profissionais e blogueiros do Rio de Janeiro para um bate-papo sobre projetos colaborativos em fotografia, um tema que engloba dois exemplos apoiados atualmente por nós, o Rio 365 e a exposição Delicadeza.

    Debate Fotografia Colaborativa

    Debate Fotografia Colaborativa

    O encontro contou com a mediação do idealizador do documentário fotográfico Rio 365, André Galhardo, e com o curador da exposição fotográfica Delicadeza, Paulo Marcos de Mendonça Lima.

    André Galhardo abriu o debate contanto um pouco sobre a experiência gerada pelo Rio 365, um projeto desenvolvido inteiramente no Instagram: a cada semana, uma missão era proposta aos seguidores com um tema específico sobre o Rio e uma foto era selecionada por dia. Ao todo, o projeto contou com a participação de milhares de seguidores, quase 150 mil fotos tagueadas, 365 fotos selecionadas de 169 autores em 52 missões ao longo de 365 dias. Isso tudo gerou o segundo livro do projeto, lançado após o bate-papo.

  • 11/05/15

    sandra de sá

    “Quem canta seus males espanta!” Já diz o ditado e vale também para quem curte  ouvir uma boa música! Por isso, a programação musical do Centro Cultural Light está sensacional! Confira:

    Amanhã, dia 12, o Teatro Lamartine Babo recebe a rainha do soul, Sandra de Sá, que comemora 35 anos de carreira em no espetáculo “Acústico”. O show contará com sucessos da cantora, como “Não Chores Mais”, “Solidão”, “Retratos e Canções”, “Sozinha”, “Vale Tudo”, “Olhos Coloridos” e “Bye Bye Tristeza”! É imperdível!

    A apresentação é parte do projeto Terças Musicais Light, que já recebeu mais de 80 shows ao longo de quatro anos! Em maio, o projeto ainda conta com o show do cantor e compositor Leoni.  Incrível, né?

  • 27/04/15

    Rio Harp Festival

    Em maio, a cidade maravilhosa vira a cidade das harpas! É o RioHarpFestival 2015, que pelo 10º ano seguido vem agraciar os ouvidos dos cariocas com boa música!

    O maior evento de harpas do mundo é parte do projeto Música no Museu e contará com uma programação intensa de 150 concertos entre maio e junho, em locais como Corcovado, Ilha Fiscal, Forte de Copacabana, além igrejas, sinagoga, clubes e museus. A abertura do festival no Rio acontece no Palácio Guanabara com a famosa harpista espanhola Maria Calvo y Manzano que se apresenta especialmente com a Orquestra de Gaitas de Foles no dia 1º de maio.

    Se engana quem pensa que os concertos se restringem ao Rio. Este ano, a novidade é que cidades como Madrid, Lisboa e Porto, além de São Paulo, Minas Gerais e Nordeste, que também estarão no circuito. Não tem desculpa para não participar!

    Você pode conferir a programação completa no site do evento. Aproveite   e marque na sua agenda a apresentação que acontecerá no Centro Cultural da Light, dia 5 de maio. Vai ser imperdível!

    Guardou todas as dicas? Então espalhe para os seus amigos, até porque música boa nunca é demais!

     

  • 11/03/15

    RUA

    O Museu Light da Energia ganhou um espaço que é a cara do Rio de Janeiro!
    Além de homenagear a cidade maravilhosa pelos seus 450 anos, ainda ajuda a entender mais sobre a energia elétrica e os seus usos.

    O ambiente 100% interativo, que conta com recursos do Programa de Eficiência Energética ANEEL, é inspirado nos bairros do Rio de Janeiro e reflete toda a estrutura urbana da cidade com ruas, casas, postes, transformadores e até carros elétricos, tudo de maneira muito próxima do nosso dia-a-dia.

    No circuito, você também vai poder ficar por dentro de como a energia chega até a sua casa, conhecer novas tecnologias, aprender sobre consumo eficiente e combater o desperdício!

    Não vai deixar para depois, né?

    Veja as fotos dos espaços!