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Blog-Manifesto_2014.05-1-1
  • 9/12/10

    É bastante comum conhecer alguém que se utiliza de ligações irregulares para usufruir do serviço de energia. No entanto, é importante colocar na balança os resultados obtidos com os famosos “gatos”: dos altos riscos na segurança das residências até uma pior qualidade no serviço de energia, nem mesmo o bolso do consumidor parece estar imune aos prejuízos causados por estas práticas clandestinas.

    Quem pensa que as perdas causadas por ligações irregulares são unicamente causadas por comunidades populares está bastante enganado. O “gato” se espalha pelos morros e pelo asfalto e igual proporção, e os benefícios da erradicação desta prática ilegal alcançariam todos os cidadãos, com uma previsão de redução de cerca de 20% na conta de luz de cada indivíduo, além de importantes melhorias na garantia de segurança da população:

    Valeska, uma das moradoras do Chapéu Mangueira, relembra um acidente ocorrido antes da entrada da Light na comunidade. “Foi uma coisa muito rápida. O curto começou e destruiu tudo que tinha dentro da minha casa”. Ela agora é uma das beneficiadas com a regularização do fornecimento de energia da Light na comunidade e com a conseqüente diminuição de ligações irregulares na região.

    O morador que faz uso dessas ligações clandestinas para obter energia coloca a sua vida em risco, assim como a vida de seus vizinhos. “Um dia desses tudo pega fogo!”, alerta outra moradora da comunidade.

    Os moradores beneficiados pela chegada da luz oficial de qualidade comprovada ainda podem comemorar a chegada de novos eletrodomésticos, agora sem o medo perder tudo com um curto-circuito iminente.

    Para diminuir o desperdício e melhorar qualidade e segurança, a Light está fazendo sua parte e investindo em alta tecnologia: o Centro de Controle de Medição consegue acompanhar em tempo real o consumo dos clientes, possibilitando que se veja onde está a fraude e que se consiga ainda conhecer melhor o perfil de cada consumidor. Além desse moderno centro acompanhamento, a Light investe em novos medidores eletrônicos, que reduzem a praticamente zero a possibilidade de fraudes, e dispõe de mais de 600 funcionários percorrendo diariamente as ruas do Rio para inspecionar medidores e garantir que a energia seja entregue de forma confiável e precisa.

    No entanto, não é só o trabalho da Light que garantirá a excelência na prestação dos serviços que o consumidor espera obter. Além de prejudicar os envolvidos e afetar outras pessoas ao seu redor, o desvio de energia elétrica traz consigo uma importante questão ética a ser debatida: “A gente tem que ser um cidadão honesto e pagar o que a gente gasta”, defende Valeska.

    “Tem que ter tudo regularizado. Senão tá arriscado a pagar mais caro ainda depois. E prejudica o vizinho. Perde todo mundo. As pessoas têm que entender isso.”, afirma uma moradora da comunidade do Chapéu Mangueira. A Light acredita que essa é uma ação a ser feita de forma conjunta, que se traduz em serviço de qualidade para quem mais interessa: o cidadão. É uma mudança de atitude.

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  • 7/12/10

    A Light leva energia a comunidades populares desde 1979. Passados mais de 30 anos deste importante trabalho, a missão da empresa continua sendo garantir a qualidade nos serviços prestados e, assim, promover uma melhoria de vida a toda a população. Pensando nisso, a Light lançou em 2003 o Programa Comunidade Eficiente, que se propõe a construir bases sólidas no relacionamento e ações diferenciadas dentro das comunidades cariocas.

    As comunidades do Complexo do Caju e Morro do Vidigal foram as primeiras a serem abraçadas pelo Programa, sendo conscientizadas para o uso adequado de energia elétrica. Com os ótimos resultados obtidos, a Light resolveu investir e ampliar o Comunidade Eficiente, que já selecionou e contratou 110 jovens das 80 novas comunidades envolvidas no projeto.

    Com os agentes comunitários e através da parceria com as associações locais de moradores, a ação educativa pretende alcançar 120 mil residências nos morros do Rio de Janeiro e comunidades da Baixada Fluminense, levando sempre muita informação sobre o uso da energia e dicas de segurança das instalações elétricas nas casas, através do contato individual (porta-a-porta) e por meio de palestras. Mas não é só em conversas e conscientização que o Programa Comunidade Eficiente deposita seu fôlego para mudanças: a Light está colocando a mão na massa e realizando ações efetivas que garantam a curto prazo a melhoria da qualidade de vida da população. São investimentos como a instalação de nova rede elétrica nas comunidades, reformas elétricas em casas onde a fiação provoca perdas, troca de lâmpadas para modelos mais eficientes e doações de eletrodomésticos com baixo consumo de energia.

    Moradores como Valeska, do Chapéu Mangueira, contam que, antes da regularização do fornecimento de energia, havia sérios riscos dentro das próprias casas em decorrência das ligações irregulares que predominavam nas comunidades: “Eu perdi tudo num incêndio, menos a vida. Queimou a casa e tudo o que tinha dentro, TV, sofá, tudo”. Com a chegada do Comunidade Eficiente, Vanusa aprendeu dicas eficiência energética, trocou as lâmpadas de casa, ganhou uma das 33 mil novas geladeiras distribuídas gratuitamente nas comunidades pela Light e reduziu a conta para uma média de R$ 38. Fernanda Mayrink, Gerente de Comunidades da Light, afirma que um dos maiores desafios da empresa é ultrapassar as desconfianças dos moradores, até então não-familiarizados com a relação oficial no recebimento de energia, para criar a partir disso um novo relacionamento.

    Para possibilitar de forma consistente essa integração e migração das casas para um serviço de qualidade e oficial, a Light precisou entender que cada comunidade tem suas particularidades. A Tarifa Social é uma das iniciativas reguladas que a empresa adota nessas comunidades. Dessa forma, as comunidades passam a ter suas necessidades atendidas sem ultrapassar a realidade econômica do local e cada morador passa a receber um tratamento que vai muito além da relação cliente x prestador de serviço. É um relacionamento de verdade, com ganhos para os dois lados. A comunidade só se torna eficiente com o trabalho conjunto e coordenado, e, muito mais que lâmpadas modernas e nova fiação, a Light deixa uma herança de colaboração e conscientização que promete dar muitos frutos no futuro para todo o Rio de Janeiro.

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  • 4/12/10

    A Light tem a maior rede subterrânea do Brasil. Parte da região metropolitana do Rio de Janeiro é suprida pela energia que chega pelo subsolo. São mais de quatro mil câmaras subterrâneas por onde correm muitas das veias propulsoras da Light: cabos, fiação, condutores, medidores e transformadores espalhados por 2,5 mil km por baixo do asfalto até chegarem às casas e estabelecimentos de todo o Rio, levando energia de qualidade à população. Como não poderia ser diferente, um espaço que abriga partes tão fundamentais no processo de fornecimento de energia requer atenção e investimentos redobrados para evitar problemas e garantir a excelência nos serviços prestados.

    Flavio Teixeira, funcionário da Light dedicado à manutenção desta rede subterrânea, afirma: “Este trabalho é ininterrupto”. É necessário um acompanhamento integral para que se possa garantir a realização constante de manutenção preventiva e, quando necessário, realizar a manutenção corretiva, protegendo a população de problemas que possam interromper o serviço de qualidade esperado.

    Além da cuidadosa atenção dedicada a este espaço estratégico, a Light preocupa-se em buscar soluções para minimizar acidentes nas suas câmaras subterrâneas. Um exemplo disso é a instalação de sensores nas câmaras transformadoras para perceber, preventivamente, a presença de gases ou de alguma ocorrência nos equipamentos. Serão instalados, inicialmente, 720 sensores com o monitoramento remoto, o que vai permitir a fiscalização em tempo real para detectar qualquer ocorrência nas galerias. Até 2014, a nova tecnologia estará instalada em todas as quatro mil, segundo a Light.

    Outra medida anunciada é a mudança na contratação de funcionários para o trabalho de operação e manutenção nas câmaras subterrâneas. O serviço passará a ser realizado somente por funcionários da própria Light.

    Além da construção do moderno Laboratório Móvel de Localização de Falhas, a Light investe também na mudança nas tampas das oito mil caixas de inspeção, visando melhorar a ventilação, além da instalação de trancas nas tampas que dão acesso às redes subterrâneas para evitar os constantes roubos de cabos e outros equipamentos. Estes são alguns exemplos de ações eficientes incluídas nos maciços investimentos feitos ultimamente.

    Oferecer uma energia de qualidade é prioridade para a Light e desejo de todos os consumidores, mas, de mãos dadas com esse compromisso, a empresa espera oferecer serviços seguros e confiáveis, que garantam a qualidade de vida da população aonde quer que seja. O desafio é enorme, mas com um trabalho intensivo as distâncias a serem percorridas se tornam cada vez menores.

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  • 1/12/10

    O maior compromisso da Light é oferecer serviços de qualidade a todos os cidadãos do Rio de Janeiro. Pensando nisso, a empresa vem trabalhando para que os benefícios da regularização no fornecimento de energia cheguem não só para as pessoas no asfalto, mas também subam os morros cariocas e atendam a milhares de moradores nas comunidades.

    O primeiro cenário contemplado com esta força-tarefa em busca de melhorias na energia foi o Santa Marta, em Botafogo. Situada no coração da zona sul do Rio, a favela, que foi a primeira a receber as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), tornou-se também o alvo número 1 da Light na implementação do inovador projeto de transformação da comunidade e melhoria de seus serviços.

    No início do projeto de regularização de energia, a região contava com 1500 famílias, dentre as quais somente 80 estavam legalizadas e pagavam pela conta de energia. Hoje em dia, esta realidade mudou radicalmente: todas as casas da comunidade têm ligação regular e são beneficiadas com uma energia de qualidade, além de todo um programa estruturado de eficiência energética. Agora, todos estão aprendendo a consumir uma energia que cabe no bolso, que dá para pagar.

    “Quando abria as portas e ia acender as luzes, não tinha”, afirma Sr. Délio, morador do morro, que confessa ter perdido muitos dias de trabalho devido à irregularidade no recebimento de energia.

    Além dos longos e constantes períodos sem luz, os moradores do Santa Marta – que também não podiam contar com um órgão oficial para reclamar seus direitos – enfrentavam problemas com a insegurança na qualidade de energia, temendo ter seus eletrodomésticos danificados. A regularização trouxe também outro grande benefício: todos os clientes agora recebem em casa a sua conta de energia, que é um importante comprovante de residência, o que facilita abertura de créditos e de compras. Para fazer chegar as contas na casa dos novos clientes, a Light ainda colocou placas nas ruas e números nas casas. Um resgate da cidadania.

    A comunidade antes privada de usufruir de serviços básicos de qualidade, onde a Light registrava uma perda de energia de 90%, dá lugar a uma outra realidade totalmente integrada com os padrões de serviços prestados para todo o Rio de Janeiro, passando ter um índice de somente 3% de perda de energia após a intensificação das iniciativas de regularização. Com estas ações eficientes, facilitadas pela presença da UPP na região e somadas à chegada de novos medidores eletrônicos, um maciço investimento em troca de rede e fiação e a implementação de um programa inovador aberto à comunicação com os moradores (Programa Comunidade Eficiente), a empresa vem conseguindo excelentes resultados, promovendo uma elevação na qualidade de vida de todos os moradores da comunidade.

    E olha que bacana! Os índices de adimplência no pagamento das contas de luz está em 98% – superior a média do bairro de Botafogo -, o que comprova o sucesso dessa nova empreitada em busca de melhorias. Para quem ainda duvida, basta ouvir a voz da comunidade: “Foi uma grande coisa que aconteceu no Dona Marta. Pra mim, show de bola!”, comemora Sr. Délio – e todo o Santa Marta!

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