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  • 22/12/16

    Quem acompanha o nosso blog há um tempinho já conhece o Quanta Energia. O projeto, que faz parte do programa Favela Criativa e conta com o nosso patrocínio, traduz para o público infantil os mistérios da eletricidade e ensina a importância do consumo consciente da energia em apresentações teatrais interativas e divertidas.

    Após realizar 40 apresentações em escolas municipais, naves do conhecimento, museus e centros culturais do Rio em 2016, o Quanta vai dar uma parada. Quem teve a oportunidade de participar, aprendeu na prática como evitar o desperdício e conviver de forma harmoniosa com o meio ambiente. Já quem não teve a chance de ver o grupo ao vivo, pode conferir os cientistas do Mad Science em ação na oficina inaugural do grupo, realizada no nosso Centro Cultural. Dê o play, aprenda e divirta-se!

  • 13/12/16

    post_talesmileto

    Tales de Mileto era um homem muito ocupado. Apontado como um dos sete sábios da Grécia Antiga, o filósofo, matemático, engenheiro e astrônomo (ufa!) ainda arranjou um tempinho para deixar sua marca na história da eletricidade.

    Sendo um sujeito racional, Tales era contra o hábito, comum na antiguidade, de encontrar respostas no misticismo para fenômenos ainda sem explicação. Para ele, era melhor buscar o sentido da vida observando a natureza do que responsabilizar um monte de divindades mitológicas como responsáveis pelos acontecimentos.

    Fragmento de âmbar atraindo uma pena

    Fragmento de âmbar atraindo uma pena

    E foi a partir dessas observações que Tales de Mileto deu sua contribuição para a eletricidade. Ele reparou que, após esfregar pele de animal em um pedaço de âmbar, a pedra atraía objetos leves, como fragmentos de palha de milho. A descoberta não pareceu ser tão importante na época, mas foi graças a ela e a um pedaço de âmbar (que em grego se chama “elektron”) que a eletricidade tem esse nome.

    Além dessa descoberta, Tales de Mileto também observou que um tipo de rocha meteórica exercia uma curiosa atração sobre objetos de ferro. E como isso aconteceu na cidade de Magnésia, Tales acabou se tornando um pioneiro do magnetismo. Legal, né?

  • 8/12/16

    blog

    A iluminação é a face mais perceptível do uso da energia no nosso cotidiano, que chega nas nossas casas pela conta de luz. Mas a aplicação mais revolucionária da eletricidade não foi na iluminação, mas sim na invenção, em 1821, do primeiro motor elétrico.

    motorparafusoMichael Faraday, cientista britânico, aplicou os conceitos da recém-descoberta força eletromagnética para criar um aparato básico, porém revolucionário: o motor homopolar. O experimento é tão simples que você pode replicá-lo facilmente em casa: basta conseguir uma fonte de eletricidade (uma pilha), um fio, um parafuso e um pequeno ímã em forma de disco.

    Vamos lá: coloque o ímã na cabeça do parafuso e encoste a ponta do parafuso em um dos lados da pilha. Eles vão grudar pela atração magnética do ímã. Ligue o ímã e a outra extremidade da pilha por um fio e você verá o parafuso girando como mágica!

    Isso acontece porque o truque do motor elétrico é converter uma energia (eletromagnética) em outra (motora). Ímãs possuem polaridades positivas e negativas e, como você já sabe, polaridades opostas se atraem (o lado negativo curte ficar pertinho de campos magnéticos positivos e vice-versa) e iguais se repelem (o lado negativo quer o máximo de distância dos outros campos negativos).

    motorduracelToda corrente elétrica também gera um campo magnético. Então quando fazemos a energia correr ao redor de um ímã que consegue girar em torno de um eixo fixo, o ímã se movimenta para fugir dos pólos iguais e buscar os opostos. Inverta a polaridade do campo elétrico em intervalos regulares e… tcharam! O ímã girará sem parar (coitado!), fazendo rodar com ele os componentes que quisermos.

    Agora que você já sabe de tudo isso, pense na magia do eletromagnetismo em ação da próxima vez que você usar seu liquidificador, secador de cabelo, ventilador ou qualquer outra das centenas de milhares de invenções que se tornaram possíveis graças ao simples experimento de Michael Faraday em 1821!

  • 30/11/16

    peixeeletricoO que o peixe-torpedo, o peixe-gato, o peixe-faca e o poraquê têm em comum? Eles estão entre as mais de 200 espécies de peixes-elétricos conhecidas, sejam marinhas ou de água doce. Como os próprios nomes já explicam, esses animais são capazes de gerar eletricidade para várias finalidades, como navegar, procurar alimentos, evitar inimigos e entrar em contato com outros da mesma espécie.

    São os eletrócitos – conjunto de células musculares especiais modificadas que ficam perto da cauda dos peixe elétricos – que produzem a eletricidade. Assim como os nossos músculos geram eletricidade ao se contraírem, pela entrada e saída de íons de suas células, cada eletrócito também se carrega e descarrega continuamente.

    Uma enguia elétrica acendendo lâmpadas com sua descarga

    Uma enguia elétrica acendendo lâmpadas com sua descarga

    Quando estimulados, os eletrócitos produzem uma descarga elétrica de cerca de 120 milésimos de volts. É uma descarga muito pequena, mas como cada peixe possui milhares dessas células, uma descarga de uma espécie como o poraquê – que vive na Amazônia e tem mais de dois metros de comprimento – pode chegar até 600 volts. Ou seja, quase seis vezes mais potente do que uma tomada comum!

    Mesmo com toda essa energia, não adianta criar peixes-elétricos para ajudar na conta de luz: eles não mantêm uma corrente constante e levam dias até recarregarem suas “pilhas” depois de cada descarga de eletricidade!

  • 22/11/16

    O impacto da descoberta da eletricidade foi gigantesco: é impossível imaginarmos o mundo como o conhecemos hoje sem a energia elétrica. Mas será que estamos aproveitando esse recurso de forma sustentável?

    Confira no vídeo do Nerdologia algumas reflexões sobre as transformações que a eletricidade trouxe para o planeta!

  • 18/11/16
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    Alessandro Volta

    Bem-vindos ao Mundo dá Volts, nosso novo blog! Aqui você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre energia e eletricidade e não tinha a quem perguntar! E para comemorar essa mudança, nada melhor do que falar sobre o nosso novo nome: você sabe o que é um VOLT?
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    Quem é observador, deve ter pelo menos uma pista. Na nossa conta de luz há um box que mostra qual é a tensão nominal em volts disponível em nossa casa. Ou seja, o volt é uma unidade que mede a tensão elétrica. No dia a dia, o número de volts indica a quantidade de energia que precisa ser transmitida da rede elétrica para que um equipamento funcione quando ligado na tomada. Como você já deve ter visto, as voltagens mais comuns no Brasil são 110 e 220 volts.

    O nome Volt é uma homenagem ao físico italiano Alessandro Volta (1745-1827), inventor da pilha voltaica, a ancestral das baterias de hoje. E aí, gostou? Então fique ligado que logo teremos mais novidades eletrizantes para compartilhar com vocês!

  • 11/11/16

    post_novoblogO mundo dá voltas, as coisas se transformam e o Conexão Light também vai mudar! Em breve, toda vez que acessar nosso blog, falaremos com você sobre o que mais amamos: a energia.

    Precisou de informações sobre eletricidade para um trabalho na escola? Ficou na dúvida sobre como funciona um motor elétrico? Ou tem curiosidade sobre os avanços com as fontes renováveis de energia? É só visitar nosso novo blog para saber tudo o que rola no universo da energia com quem mais entende do assunto!

    Aguarde! Estamos preparando grandes novidades para vocês!

  • 26/10/16

    post_chamadaprecaucao

    Os celulares tornam nosso dia a dia tão mais prático que a maioria das pessoas não consegue ficar muito tempo longe deles. Como todo dispositivo que precisa de energia, vale a pena tomar alguns cuidados para evitar acidentes. Fique ligado nessas #dicasdesegurança:

    • Use sempre baterias e carregadores originais do fabricante
    • Não carregue o celular dentro de gavetas e caixas ou em cima de objetos inflamáveis
    • Se estiver com as mãos molhadas, não toque no celular em processo de carregamento
    • Ao plugar o carregador na tomada, não toque nas partes metálicas para evitar choques
    • Evite atender ou fazer ligações enquanto carrega o celular
    • Não use benjamim, extensão ou adaptador de tomada ao carregar o celular
    • Não carregue o celular em ambientes com vapor ou risco de molhar (banheiro, por exemplo)
    • Não puxe o carregador pelo cabo para tirá-lo da tomada, para não romper fios internos
    • Verifique a compatibilidade de carregadores comprados no exterior com a rede elétrica brasileira
    • Não coloque objetos pesados em cima do cabo do carregador nem torça demais o fio

    Seguindo essas dicas, você preserva seu celular e a assistência técnica não receberá uma ligação sua tão cedo!